E assim, a vida continua…
Bom, vou tentar pela trilionésima vez fazer com que o wordpress pareça como um lugar “familiar”. É que eu nunca consegui desenvolver um blog por aqui porque me parece muito impessoal. Sempre desistia alguns dias depois. E agora eu tenho que tornar isso pessoal, atualmente, é o único serviço de hospedagem que não exclui o blog por inatividade, e eu acho isso excelente, isso não joga fora toda e qualquer lembrança de algum época da vida do postador. =/
By the way… Acabei de acordar. Tava super feliz porque eu ia lembrar a minha mãe de ir fazer a matrícula do inglês, né… Já tava tudo mais ou menos certo, ela falou que era só marcar o dia que ela ia. Beleza. Chega hoje, na hora do almoço, eu falei pra ela “Mãe, a gente pode ir amanhã na Wizard fazer a matrícula do inglês?” e ela me solta essa: “Ah, A., eu até colocaria você em inglês, mas vamos deixar passar esse negócio de recuperação da sua escola, aí a gente vê o que vai fazer, né?”. –’
Tá, é claro que eu respondi: “Mas, mãe, se deixar passar como que eu vou começar o curso na metade? Vou entrar no meio do ano, com mó cara da idiota e “Oi, pessoa!” que nem um pateta?” Ela: “Ué, A., você ficou de recuperação, agora agüenta, ué.”
Acabou meu dia.
Tava super animado, porque eu ia ligar pra Aline pra confirmar que eu ia fazer a matrícula e quando, né, e agora não tem mais nada!
E, pra ajudar, um cara veio buscar o meu sofá, minha mãe inventou de trocar a cor dele, ou seja, vou passar o dia trancado no quarto lendo, porque TV não dá pra assistir no chão, e no meu quarto eu fiz a coisa inteligente de mudar os móveis e coloquei a TV de um lado que a antena de TV não chega. Tudo bem, TV aberta tem sido um saco falando só de BBB8.
Agora, eu tô na frente do computador, escutando música tão alto quanto possível pra ver se atrapalha a cabeça. É interessante, aos poucos tá funcionando sim… E o EP Broken, do Nine Inch Nails, é mais agressivo do que eu imaginava, sei lá, ele surgiu numa época tão… humana do NIN.
E o pior dessa raiva toda junta de inglês+sofá, é que, eu tenho algum problema mental, que não sei o que me permite, mas minha raiva passa rápido. Tipo, hoje eu não tô falando com a minha mãe por causa do inglês e tal, só que é capaz que eu acorde amanhã e dê aquele bom-dia caloroso, sabe?
Pode-se dizer que eu tenho raiva da minha raiva. Mas, é como diz minha querida Shamaya, do OTEP: “It’s okay to hate yourself.” Pelo menos ainda tenho esse consolo. (:
E, a briga A. x Mãe ainda tem mais rouds. Tá looonge de acabar. Se ela pensa que eu vou desistir tão fácil assim, ela está se fazendo de estúpida, então. Aguardem. ;D